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Um video muito interessante mostra uma viagem, do ponto de vista frontal, da cabine de comando, de Tokyo a San Francisco. Em um avião comercial comum, essa viagem dura por volta de 9 horas e 30 minutos, porém, foi editada em time-lapse, o que da a sensação que a viagem em sí dura apenas 83 segundo. Muito legal!

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 Organizado pela UNESCO para estimular a leitura, pubicação e direitos dos autores, o Dia Mundial do Livro foi celebrado pela primeira vez no dia 23 de Abril de 1995. O escritor Miguel de Cervantes havia morrido neste dia e, como uma forma de homenagem, a Espanha declarou a data que mais tarde foi incorporada ao Mundo todo. Como ler é uma forma de viajar (pois te transporta a varios lugares diferentes), nada melhor que conhecer lugares icônicos relacionados à literatura para se visitar em sua próxima viagem!

 

Ernest Hemingway (21 de julho de 1899 – 2 de julho de 1961
 Famoso por: O Velho e o Mar, O Sol Também Se Levanta
 Seu estilo de escrita teve uma forte influência em obras de ficção do Século 20, além de seu estilo de vida e imagem pública terem influenciado suas próximas gerações. Hemingway produziu a maior parte dos seus trabalhos entre 1920 e metade da década de 50. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1954.

 


Fundação Ernest Hemingway – Local de Nascimento e Museu (
Oak Park, Illinois, Estados Unidos) 

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É possível observar com detalhes todos os cômodos da casa onde o autor nasceu, em 1899. Construída pela sua avó e recentemente restaurada, o jovem Hemingway passou os primeiros 6 anos de sua vida na residência com decoração vitoriana. No museu (bem próximo à residência), vários artefatos e fotos raras estão em exposição (incluindo seu diário de infância e cartas de pessoas que mais tarde seriam sua inspiração para outros personagens literários). Outras atrações mostram também a paixão do autor por natureza e artes, além de seu envolvimento nos cenários das Guerras Mundiais e o mundo dos filmes.

Herman-Melville
Herman Melville (1 de agosto de 1819 – 28 de setembro de 1891)
 Famoso por: Moby Dick
O escritor e poeta Norte Americano tinha obtido muito sucesso no lançamento de suas primeiras obras, mas sua popularidade acabou diminuindo ao longo dos lançamentos de seus livros seguintes, por volta de 1849. Dizem que um dos motivos de seu maior fracasso como literário foi a indiferença do público em relação ao seu trabalho Moby Dick (hoje considerada sua maior obra). Quando morreu, em 1892, Melville estava praticamente esquecido. Foi somente na ocasião do centenário de sua morte que seu trabalho ganhou reconhecimento

 


Túmulo de Herman Melville, Cemitério Woodlawn, Bronx, Nova York
 


Túmulo-Herman-Melville

Oscar-Wilde
Oscar Wilde (16 de outubro de 1854 – 30 de novembro de 1900)
 Famoso por: O Retrato de Dorian Gray
O escritor irlandês desenvolveu diferentes estilos ao longo dos anos de 1880 e acabou se tornando um dos dramaturgos mais populares de Londres uma década depois. Hoje, ele é lembrado por suas peças, obras literárias e sua prisão que acabou levando ao resultado de sua morte precoce

 


Casa de Oscar Wilde – Irlanda
 

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O local serviu como residência para autor entre os anos de 1855 a 1878. Seu projeto de restauração envolveu a reforma de antigos móveis, pisos, papéis de parede e vários outros objetos que pertencem a casa. O hall, as escadas e o primeiro andar foram descorados com pinturas históricas, espelhos antigos e móveis que reproduzem com fidelidade o estilo georgiano da época da Irlanda.A antiga sala de consultas do pai do artista, localizada no terceiro andar, está totalmente preservada com vários itens originais. O porão da casa se tornou um café frequentado pelos turistas e estudantes (que podem fazer programas de estudo dentro da residência).

Liev-Tolstoy
Liev Tolstoy (9 de setembro de 1828 – 20 de novembro de 1910)
 Famoso por: Guerra e Paz, Anna Karenina
O Autor de novelas e contos era considerado um mestre de ficção realista, além de um dos maiores romancistas do Mundo. Junto de outros autores russos, como Dostoiévski, Turgueniev, Gorki e Tchecov, contribuiu em grande parte para a literatura do país. Conhecido também por sua personalidade complicada e paradoxal, possuía visões moralistas e extremamente espiritualizada (que ele atribuiu a uma crise moral e esclarecimento espiritual nos anos de 1870)

 

Casa de Liev Tolstoy, Yasnaya Polyana, Russia

Casa-Liev-Tolstoy
O lugar onde o escritor nasceu e escreveu duas de suas maiores obras está localizado a quase 200 km da capital Moscou. Foi ocupado pelos nazistas por 45 dias durante a Segunda Guerra Mundial, mas todo o seu conteúdo original continua no local (Por sorte, 110 pacotes com grande parte do conteúdo do museu conseguiu ser evacuado para Moscou na época da invasão alemã)

 

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Friedrich Nietzsche (15 de outubro de 1844 – 25 de agosto de 1900)
 Famoso por: Nietzsche contra Wagner, Genealogia da Moral, uma Polêmica
O filósofo (e também crítico, poeta e compositor) alemão é internacionalmete reconhecido por vários textos onde se questiona temas como religião, moralidade, cultura contemporânea, filosofia e ciência (sendo que seus trabalhos são usados como base de discussão até os dias de hoje)

 

Casa de Friedrich Nietzsche, Sils-Maria, Suíça

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A casa onde Nietzsche viveu entre os verões de 1881 e 1883 até 1888, oferece uma incrível biblioteca pessoal do filósofo: Ela contém uma das coleções de livros mais completas de vários idiomas que o autor já colecionou

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Charles Dickens (7 de fevereiro de 1812 – 9 de junho de 1870)
 Famoso por: Oliver Twist, Um Conto de Natal
O escritor (e também crítico social) criou alguns dos mais lembrado personagens fictícios da literatura e é lembrado como o mair romancista da Era Vitoriana. Foi elogiado por muitos de seus colegas escritores (Por seu realismo, comédia, estilo de escrita e caracterização) e também criticado por outros (Falta de profundeza psicológica, escrita relaxada e presença constante de sentimentalismo)

 


Casa e Museu de Charles Dickens – Inglaterra

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Sua casa onde viveu de 1837 a 1839 foi fielmente restaurada e expõe vários manuscritos, edições raras de suas obras, itens pessoais, pinturas (e outras obras visuais), além de uma biblioteca de pesquisa (que possui itens exclusivos do museu)

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Washington Irving (3 de abril de 1783 – 28 de novembro de 1859)
 Famoso por: A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça
Washington Irving, apesar de biógrafo e historiador, ficou reconhecido pelo grande sucesso do seu conto The Legend of Sleepy Hollow (Ou “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça), que adaptou o conto antigo germâncio para sua época e continou fazendo sucesso até os dias de hoje.

 

Túmulo de Washington Irving – Cemitério de Sleepy Hollow, Nova York
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Foi enterrado no Cemitério onde escreveu seu conto mais famoso. Sua lápide está localizada próxima à antiga Igreja Holandesa, que em sua história, era o local de descanso do lendário Cavaleiro sem Cabeça. Hoje o local oferece passeios e diversas informações sobre o escritor.

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Arthur Conan Doyle (22 de maio de 1859 – 7 de julho de 1930)
 Famoso por: Série Literária Sherlcok Holmes
Arthur Conan Doyle foi o responsável por ter criado a série de livros do mais famoso detetive de todos os tempos: Sherlock Holmes. Sua influência de obras (que inovaram o gênero policial) se estende em filmes, séries e textos até os dias de hoje. Entre outros de seus trabalhos estão histórias de fantasia e ficção científica, peças de teatro, romances, poesias e textos não ficcionais e históricos

 

Estação de Baker Street – Londres
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A estação Baker Street, localizada dentro do imenso sistema de metrô de Londres é uma das primeiras a serem construídas na área subterrânea, em 1863. O nome também é dado à rua onde vive o personagem principal de Conan Doyle, Sherlock Holmes. Como homenagem, vários azulejos por volta da estação são decorados com a icônica silhueta de detetive e seu cachimbo.

Fontes:
Flavor Wire
Ernest Hemingway Foundation of Oak Park
American College Dublin

Você sempre gostou de resolver enigmas e labirintos em revistas? Algumas pessoas levavam isso mais a sério: Em várias regiões do mundo, os labirintos eram usados como armadilhas para maus espíritos e locais para danças e rituais religiosos. Na Idade Média, o significado espiritual se tornou ainda mais forte: Era como uma travessia para se chegar a Deus, e seu caminho era considerado uma peregrinação. Antes usados como itens de religião e meditação, hoje são considerados como  um entretenimento. Entretanto, isso não tirou a grandeza de inúmeras obras que existem pelo Mundo:

Plantação de Abacaxis da Dole (Dole Plantation) – Hawaii, Estados Unidos
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Considerado o labirinto mais comprido do Mundo pelo Guinness em 2001, ele se localiza em Waimea Bay, na Ilha de Oahu no Hawaii. Quem “criou” essa estrutura foi a Dole Corporation, empresa alimentícia que desenvolveu na região uma extensa plantação de abacaxis. É possível observar boa parte da flora presente nas ilhas enquanto se busca as estações que ajudam a completar o desafio do labirinto. Os “competidores” que terminarem o percurso mais rápido ganham um prêmio e entram na História do Labirinto, tendo seus nomes gravados numa placa logo na entrada da atração.Além disso, também é possível obter um tour de 20 minutos que mostra o legado do cultivo de abacaxis e a agricultura no Hawaii. o Plantation Garden Tour oferece aos visitantes uma oportunidade de conhecer o passado e o presente da agricultura do Estado.

 

Labirinto de Reignac-sur-Indre – Touraine, França
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Localizado em Touraine, província da França, já foi considerado o maior labirinto feito de plantas do Mundo. Por conta das estações do ano, muitas vezes aparece com um novo visual na primavera após a intensa neve do inverno, graças a uma jardinagem cuidadosa e planejada. Em 1996, em seu ano de estreia, mais de 85 mil pessoas aceitaram o desafio de encontrar o caminho no labirinto de 40 mil m².
Fazenda Cherry Crest Adventure, Pensilvânia, Estados Unidos 
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Essa plantação de milho em Lancaster County, na Pensilvânia é tão desafiadora que dois instrutores “mestres” trabalham em tempo integral para guiar turistas perdidos que tentam atravessar o labirinto de mais de 4 km de caminhos (cheio de pátios, pontes e curvas inesperadas.


Fazenda Davis Farmland, Massachusetts, Estados Unidos
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O labirinto Davis Mega Maze é considerado único. Isso porque sua estrutura muda completamente a cada ano (por isso os visitantes nunca sabem o que vão encontrar em seu passeio).

 

Jardim do Palácio de Longleat, Inglaterra 
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Faz parte de um jardim do palácio rural próximo a cidade de  Warminster, na Inglaterra. Suas mais de 16 mil  árvores formam um percurso de cerca viva que cobre mais de 3 km de caminhos. As pontes de madeira construídas dentro do terreno revelam  outra característica incomum: É um labirinto com três dimensões.
Ashcombe – Austrália
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A cidade de Ashcombe fica próxima de Melbourne, e abriga o que é hoje considerado o mais antigo labirinto da Austrália. Como recorde mundial, também é o mais velho labirinto de flores, com 217 variedades de rosas em 1.200 arbustos.

 

Lands End, São Francisco – Estados Unidos
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Na cidade de São Francisco, em sua área da baía, está o labirinto de Lands End. Sua vista permite observar a Golden Gate, toda a baía, a Angel Island e boa parte do horizonte da cidade. É conhecido por vários espiritualistas por ser um lugar de grande beleza e tranquilidade.

 

Labirinto de água em Victoria Park – Bristol, Inglaterra
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Esse labirinto de água fica ainda mais distinto quando é cheio pela água da chuva. É distinto por ser baseado no labirinto da Catedral de Chartres, da França, tendo uma simbologia muito importante na concepção cristã. Com uma simbologia que remete à figura da cruz, os fiéis acreditam que devem andar num padrão particular pelo caminho.
Villa Pisani – Stra, Itália 
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Criado no começo do século 18, é considerado como um dos mais difíceis do mundo. Está localizado na cidade de Stra, na Itália, e possui várias camadas de vias em doze círculos concêntricos, com arbustos bem altos, que levam até uma torre ao centro. Se tornou muito famosa por ser visitada por figuras históricas, como Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler e Benito Mussolini.

Fontes:
Environmental Graffiti
Web Ecoits

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Uma das diferentes formas de conhecer um lugar diferente é pela comida. Para conhecer as regiões melhor ainda, é preciso vivenciar os costumes locais que envolvem a alimentação, como, por exemplo, o almoço. Continue lendo

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Um dos fatos mais conhecidos da capital da Alemanha, Berlim, foi o seu muro que dividiu (entre os anos de 1961 a 1989) não só o território alemão, mas também simbolizou a divisão do mundo em dois blocos durante a Guerra Fria. A estrutura fortificada criada pelo lado Oriental possuía 156,4 km de extensão, cercando completamente o que era então a Berlim Ocidental.

Pouco do que sobrou do Muro de Berlim sobrevive hoje na capital alemã. A barreira icônica que existiu estre os lados Ocidental e Oriental foi derrubada, e seus “pedaços” foram repartidos ou leiloados. Entre 1961 e 1989. Nos dias de hoje, o “trecho” mais conservado do muro (que possui cerca de 1,3 km de extensão) pode ser visto na East Side Gallery, na rua Mühlenstrasse. Para se ter uma ideia do tamanho reduzido, é possível observar o monumento inteiro em pouco menos de 20 minutos.

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Considerada a galeria de arte ao ar livre de maior duração no mundo, a East Side Gallery possui várias obras onde um dia foi uma parte do Muro de Berlim

Após a Reunificação das duas Alemanhas, 65 guindastes, 175 caminhões e 13 tratores foram utilizados para remover a barreira. Muita parte do que foi retirado acabou sendo utilizado para material de construção e pavimentação de ruas. Entretanto, as partes que foram mantidas intactas foram leiloadas como objetos de arte, compradas ou doadas para museus e Instituições por todo o mundo, como o Imperial War Museum (Museu da Guerra Imperial), em Londres e o Ronald Reagan Presidential Library (Biblioteca Presidencial Ronald Reagan) na Califórnia. Outras partes do muro tiveram destinos ainda mais incomuns, como esses a seguir:

Cassino Main Street Station, Brewery and Hotel, em Las Vegas, Estados Unidos

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Talvez o local mais incomum onde estaria o Muro hoje: Está em um banheiro masculino há aproximadamente 20 anos. 3 urinóis estão posicionados entre as placas de concreto que um dia formaram o Muro (elas possuem aproximadamente 3 m de largura e 1,8 m de altura, e estão protegidas por uma camada de vidro). Não se sabe ao certo quem comprou ou trouxe esse segmento do muro: segundo a Corporação que gerencia o local, o Muro já estava no banheiro quando a companhia comprou a propriedade de um outro Cassino nos anos 90.

A “atração” se tornou um dos pontos mais famosos do Cassino: o banheiro teve que ser reformado devido a quantidade de tráfego que ele recebe. Além disso, as mulheres também podem visitar o monumento (desde que o espaço esteja vazio e acompanhadas por um segurança do local

Rua Wilshire Boulevard, Los Angeles, Estados Unidos pedaco-muro-berlim-los-angeles(2)

O trecho mais longo do Muro de Berlim nos Estados Unidos permanece na frente do Edifício Variety, prédio que sedia a revista com esse nome. A estrutura com 26 segmentos tem 25 toneladas e mede 3,7 m de altura e 11,6 m de largura. Os murais de 4 segmentos do Muro são trabalhos originais da era da separação, incluindo um urso verde de um artista de rua conhecido como Bimer. Outros são trabalhos recentes criados por artistas como RETNA, de Los Angeles e Herakut, da própria Alemanha.

O Museu Wende, instituto de pesquisa e educação que preserva artefatos históricos de guerra, trouxe esses segmentos em 2009 para ajudar o governo da Alemanha e a cidade de Los Angeles como parte do The Wall Project, movimento que lembra a queda do muro e continua seu legado, utilizando o concreto como tela de pintura para arte e expressão política.

Hotel Hilton Anatole, Dallas, Estados Unidos pedaco-muro-berlim-dallas(2)

O Hilton Anatole já é reconhecido por abrigar uma coleção imensa de arte que ocupa 27 andares. Para incrementar essa coleção ainda mais, dois segmentos do muro (de 3,6 m de altura e 1,2 m de largura) foram doados por um parceiro alemão da rede de hotéis. A pintura presente foi realizada pelo artista alemão Jurgen Grosse, em 1990. Inicialmente posicionados no jardim do hotel, foram reposicionados para a parte interna em 2011.

Avenida Madison, Nova York, Estados Unidos pedaco-muro-berlim-nova-york

A região próxima ao Paley Park (próximo ao número 520 da Avenida Madison), frequentado por vários empresários e funcionários de escritório, possui cinco segmentos do Muro: Eles tem cerca de 6 m de comprimento e 3,6 m de altura. Foram comprados do governo alemão em 1990 pela empresa dona do parque, a  Tishman Speyer Properties.

Prédio do Grupo Perfil, Buenos Aires, Argentina pedaco-muro-berlim-buenos-aires(2)

20 segmentos podem ser vistos na entrada do escritório do prédio que sedia o jornal argentino Perfil. Comprados em 1991, foram adquiridos (segundo o jornal) por seu significado como símbolo da liberdade, relacionando-se assim com o grupo que exerce o direito a liberdade.

Schengen, Luxemburgo pedaco-muro-berlim-luxemburgo(2)

A vila de Schengen, localizada a sudeste de Luxemburgo, tem pouco menos de 2.000 habitantes. Entretanto, um segmento do Muro foi colocado para representar seu lugar na História da Europa. O tratado de Schengen (que agora consiste em 26 países europeus) foi assinado nesse local em 1985 para conceder os cidadãos de seus Estados membros a viagem livre sem controle de fronteiras.

Junto com a aberura do European Museum (Museu Europeu), o Muro de 2,8m de altura e 1,2m de largura  foi colocado para marcar o 25° aniversário do acordo, sendo um símbolo de uma fronteira que não existe mais.

Parque Europa, Madrid, Espanha pedaco-muro-berlim-madrid(2)

O parque de 233 mil m² na periferia de Madrid exibe 17 réplicas em escala reduzida de marcos emblemáticos de toda a Europa. Junto deles está incluindo um segmento original do Muro de Berlim. Ele foi dado ao parque pela Câmara Municipal de Torrejón de Ardoz, região onde o parque está localizado. Atrás do segmento está uma pequena réplica do Portão de Brandemburgo (por séculos considerado um símbolo da cidade, ele foi bloqueado por intervenção do muro).

Córrego de Cheonggyecheon, Seoul, Coréia do Sul pedaco-muro-berlim-seoul(2)

Três pedaços do muro estão desde 2005 no centro da cidade. Eles fazem parte da Berlin Square (Praça Berlim), um espaço aberto financiado pela cidade de Berlim criado com a expectativa que se torne um lugar onde os cidadãos de Seoul tenham a esperança ou considerem a reunificação das Coreias.

Os segmentos do muro, de 3,5 m de altura e 3 m de comprimento, possuem um lado inteiramente grafitado e o outro totalmente em branco. Além disso, é acompanhado por um poste aceso à gás (tradicionalmente alemão) e uma estátua de um urso azul, símbolo de Berlim.

Jardins do Vaticano, Cidade do Vaticano pedaco-muro-berlim-vaticano(2)

Um grande segmento do Muro de Berlim foi transportado à Cidade do Vaticano em agosto de 1994. Localizado no tranquilo jardim onde os papas têm meditado e relaxado desde o século 13, uma parte de sua pintura possui a figura da Igreja de São Miguel.

Ele foi originalmente adquirido pelo diretor e chefe de equipe de Fórmula 1 da Ferrari (Marco Piccinini) num leilão em Monte Carlo em 1990. Quatro anos depois, doado ao Vaticano como um presente.

Fonte: CNN

 

travessias naturais  holanda

Passagem de animais em rodovia na Holanda

Quem costuma viajar de carro sabe a preocupação constante nas estradas e rodovias em relação à possíveis travessias de animais na pista. Esse tipo de acidentes pode causar consequências graves, tanto para quem dirige quanto para o animal, que não tem a noção do perigo.

Foi pensando nesse tipo de transtorno que vários países europeus desenvolveram as Travessias Naturais (Chamadas em inglês de Wildlife Crossings, Animals bridges ou Ecoducts), estruturas especiais que permitem que animais possam atravessar construções realizadas pelo homem (como rodovias). O tipo de travessia pode incluir também túneis e passagens subterrâneos, viadutos, pontes, etc.

travessia natural Banff National Park Canadá

Passagem no Parque Nacional Banff, Canadá

Podem também ser traduzidas como Pontes Verdes e Ecodutos. As mais comuns são as estruturas construídas entre as estradas para permitir que animais selvagens possam atravessar a via até o outro lado sem correr riscos. As pontes são exclusivas para os animais: os veículos devem sempre atravessá-las. A maioria das estruturas têm 10 metros de altura e 60 metros de comprimento, e normalmente são compostas de solo e vegetação natural para fornecer um habitat adequado a todos os tipos de animais que possam acabar passando pela região.

As primeiras travessias foram construídas na França na década de 50. Outros países europeus (incluindo Holanda, Suíça e Alemanha) têm construído há muitas décadas várias dessas estruturas para reduzir o número de acidentes nas estradas. Nos Estados Unidos e Canadá, essa solução está se tornando cada vez mais comum: milhares de travessias foram construídas nos últimos 30 anos, incluindo passagens, pontes e viadutos.

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Soluções desenvolvidas na Alemanha: tanto por cima quanto por baixo das estradas

É uma solução eficiente para a conservação da natureza, permitindo conexões e reconhecimento dos habitats (o ambiente natural não é dividido). A contribuição financeira também é evidente: Nos Estados Unidos, segundo estudos, 1,5 milhões de colisões ocorrem a cada ano, causando um prejuízo de 8 bilhões de dólares anualmente. Na Europa, meio milhão de colisões são registradas, com 30 mil animais feridos e 300 mortos.

A maior travessia desse tipo encontra-se na Holanda: chamada de Natuurbrug Zanderij Crailo, a estrutura foi completada em 2006 e possui mais de 800 metros de extensão. Entre as áreas que ela atravessa, estão uma linha férrea, parque empresarial, rodovia e um centro esportivo.

Em outros países

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Exemplo de duas soluções para a travessia de carangueijos na Ilha do Natal, Austrália. Por conta da migração e enorme volume de animais, várias passagens foram desenvolvidas

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Passagem subterrânea para elefantes no Quênia

 

Fontes
Care2
Twisted Sifter
Amusing Planet

 

Quando William McKinley ganhou as eleições presidenciais em 1896, a anexação do Hawaii ao território norte americano foi novamente discutida. Depois de várias negociações, o secretário de Estado John Sherman concordou com um tratado de anexação com os representantes da República do Hawaii.

trabalhadores japoneses plantacao 1885

Trabahadores japoneses – pintura de Joseph Dwight Strong, 1885

O tratado nunca foi validade pelo Senado. Ao invés disso, apesar da oposição da maioria dos Havaianos, a República foi anexada, mas denominada como Território do Hawai (ou seja, estava unido aos Estados Unidos, mas não como um dos estados oficiais). Os lucros do estado começaram a surgir quando Porto Riquenhos começaram a migrar para o território havaiano. Por causa de dois furacões que ocorreram em 1899, a indústria de açúcar foi devastada em Porto Rico (causando uma demanda mundial de produção de açúcar). Os donos das plantações passaram a contratar os exeperientes (porém desempregados) trabalhadores de Porto Rico.

Apesar de várias tentativas de se tornar um estado norte americano, o Hawaii continou sendo um território por mais 60 anos. Os donos de plantações e capitalistas (que mantinham controle do comércio e mercado), consideravam a condição de Território muito conveniente, permitindo que continuassem a importar mão de obra barata (o que é proibido em muitos estados) e lucrar com mais controle no comércio.

Mudanças Políticas – A criação do Estado

Na década de 50, o domínio dos dos de plantações foi finalmente interrompido pelos descendentes de imigrantes. Como eles nasceram em território norte americano, eles eram considerados legalmente cidadãos dos Estados Unidos. O Partido Republicano Havaiano (que era fortemente apoiado pelos donos de plantações), foi tirado do poder. Esperando ganhar total liberdade de votos, os residentes do Hawaii protestaram ativamente pela mudança para condição de estado.

Em Março de 1959, o Congresso aprovou o Ato de União do Hawaii e o presidente Dwight D. Eisenhower assinou a autorização. No dia 27 de Junho do mesmo ano, um referendo foi realizado para perguntar aos cidadãos a decisão de criação do estado, ou a continuidade como um Território. Mais tarde, as Nações Unidas removeram o Hawaii da lista de territórios não autônomos.

Depois da criação do estado, o Hawaii rapidamente se modernizou com o aumento de obras e o rápido crescimento da economia vinda do turismo. Mais tarde, programas de estado promoviam a cultura havaiana, ajudando a espalhar sua imagem aos Estados Unidos e ao mundo.

the color runColor Run (ou traduzido livremente como “Corrida das Cores”, é um evento mundial onde qualquer corredor (seja profissional ou amador) percorre um caminho de 5 km, sem tempo de percurso e sem vencedores. A diferença desse percurso, entretanto, é que os milhares de participantes devem iniciar a corrida com uma camiseta branca. Durante a corrida, a cada quilômetro percorrido, são “encharcados” com diversas cores e terminam a prova totalmente coloridos.

O evento foi primeiramente realizado em Phoenix, capital do Arizona, nos Estados Unidos.  Idealizado por Travis Snyder, foi considerado um esforço para estimular profissionais e amadores a correr juntos por diversão. Com sua estréia em Janeiro de 2012, o evento reuniu 6.000 participantes. Ainda em 2012, houveram corridas em mais de 50 cidades norte americanas, com um total de mais de 600 mil participantes (tornando-se assim a maior série de eventos de cinco quilômetros nos Estados Unidos). Em 2013, a corrida também será realizada em mais de 130 cidades dos Estados Unidos, América do Sul (inclusive no Brasil, com datas sendo divulgas em breve), Europa e Ásia.

the color run canada

Pittsburgh News - Aug. 25, 2012

No Canadá, o evento já começou no dia 20 de Julho, em Windsor. As próximas cidades que receberão a prova são:

London: 17 de Agosto
Montreal: 17 de Agosto
Ottawa: 25 de Agosto
Vancouver: 14 de Setembro

Além de promover a participação de diferentes públicos, também é focada a importância de uma vida saudável.  Mais de 60% dos participantes estão correndo pela primeira vez, fazendo com que a preocupação da saúde e bem estar cresca cada vez mais nos seus países. Apesar de ser um evento pago, é sempre realizada uma parceria com alguma instituição de caridade local. Desde 2012, foram levantadas doações  para mais de 80 instituições locais e nacionais.

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