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A famosa boneca havaiana Hula, também chamada de Hula Girl Doll, ou Girl Nodder (traduzido como aquela que acena) é provavelmente um dos itens de decoração automotivo mais populares e amados de todos os tempos. Descrita como icônica, retrô, cafona e até nostálgica, seu uso ultrapassou os painéis de carros e se transformou num souvenir de decoração geral: Hoje ela pode ser vista dançando em barcos, prateleiras e até geladeiras.

Como começou

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Apesar do modelo mais famoso da boneca ter sido criada na década de 50, foi a crescente presença de soldados americanos no Hawaii durante a Segunda Guerra que aumentou o interesse de visitas às ilhas havaianas. As visitas de turistas após a Guerra ajudaram a aumentar a popularidade do souvenir dançante. A boneca tinha tamanha demanda que as fábricas no Japão aproveitaram tanta procura e começaram a produzi-las em escala industrial.

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Antigo cartão postal: As dançarinas de Hula sempre foram um dos símbolos mais marcantes do Hawaii

A dança Hula têm sido um símbolo do Hawaii desde que as ilhas se tornaram um destino turístico popular (no começo de 1900), e os visitantes começaram a trazer bonecas temáticas como lembranças e presentes. Durante a década de 20 e 30, as primeiras bonecas eram feitas de materiais muito semelhantes a argila e barro, sem muitos acabamentos. Eram pintadas a mão e decoradas com saias feitas de folhas de grama, chapéus e colares feitos de flores.

Antigamente, quando usada nos painéis de carros, havia um buraco na parte de baixo, onde um ímã era inserido e o objeto era acoplado aos (agora ultrapassados) painéis de metal dos automóveis. A boneca era feita de plástico e tinha molas nas pernas (para que pudesse mexer os quadris conforme o carro se movesse). Era feita de diferentes tamanhos e versões, como a pose Ukulele (onde se segura o instrumento de mesmo nome) e a mais famosa, com as mãos em gesto de dança.

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Atualmente, a boneca é acoplada nos painéis através de uma adesivagem de dois lados, mas sua popularidade continua forte como nunca.

Fonte:
On Star Connections

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Passagem de animais em rodovia na Holanda

Quem costuma viajar de carro sabe a preocupação constante nas estradas e rodovias em relação à possíveis travessias de animais na pista. Esse tipo de acidentes pode causar consequências graves, tanto para quem dirige quanto para o animal, que não tem a noção do perigo.

Foi pensando nesse tipo de transtorno que vários países europeus desenvolveram as Travessias Naturais (Chamadas em inglês de Wildlife Crossings, Animals bridges ou Ecoducts), estruturas especiais que permitem que animais possam atravessar construções realizadas pelo homem (como rodovias). O tipo de travessia pode incluir também túneis e passagens subterrâneos, viadutos, pontes, etc.

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Passagem no Parque Nacional Banff, Canadá

Podem também ser traduzidas como Pontes Verdes e Ecodutos. As mais comuns são as estruturas construídas entre as estradas para permitir que animais selvagens possam atravessar a via até o outro lado sem correr riscos. As pontes são exclusivas para os animais: os veículos devem sempre atravessá-las. A maioria das estruturas têm 10 metros de altura e 60 metros de comprimento, e normalmente são compostas de solo e vegetação natural para fornecer um habitat adequado a todos os tipos de animais que possam acabar passando pela região.

As primeiras travessias foram construídas na França na década de 50. Outros países europeus (incluindo Holanda, Suíça e Alemanha) têm construído há muitas décadas várias dessas estruturas para reduzir o número de acidentes nas estradas. Nos Estados Unidos e Canadá, essa solução está se tornando cada vez mais comum: milhares de travessias foram construídas nos últimos 30 anos, incluindo passagens, pontes e viadutos.

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Soluções desenvolvidas na Alemanha: tanto por cima quanto por baixo das estradas

É uma solução eficiente para a conservação da natureza, permitindo conexões e reconhecimento dos habitats (o ambiente natural não é dividido). A contribuição financeira também é evidente: Nos Estados Unidos, segundo estudos, 1,5 milhões de colisões ocorrem a cada ano, causando um prejuízo de 8 bilhões de dólares anualmente. Na Europa, meio milhão de colisões são registradas, com 30 mil animais feridos e 300 mortos.

A maior travessia desse tipo encontra-se na Holanda: chamada de Natuurbrug Zanderij Crailo, a estrutura foi completada em 2006 e possui mais de 800 metros de extensão. Entre as áreas que ela atravessa, estão uma linha férrea, parque empresarial, rodovia e um centro esportivo.

Em outros países

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Exemplo de duas soluções para a travessia de carangueijos na Ilha do Natal, Austrália. Por conta da migração e enorme volume de animais, várias passagens foram desenvolvidas

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Passagem subterrânea para elefantes no Quênia

 

Fontes
Care2
Twisted Sifter
Amusing Planet

 

A Realização oferece um pacote exclusivo para quem quer conhecer o Hawaii e desfrutar ao máximo sua viagem:

O pacote inclui*:

  • Passagem internacional São Paulo – Honolulu – São Paulo pela Delta Airlines.
  • Recepção de boas vindas com colar de flores.
  • Transfer in/out Aeroporto – Hotel em Honolulu – Aeroporto.
  • 4 noites de hospedagem em Honolulu.
  • Aéreo entre ilhas Honolulu – Maui pela HAWAIIAN AIRLINES.
  • Aluguel de carro durante toda estadia em MAUI.
  • 3 noites de hospedagem em Maui.
  • Aéreo entre ilhas Maui – Honolulu pela HAWAIIAN AIRLINES.

*Voos saindo de São Paulo pela DELTA, válidos para períodos de baixa temporada, comprados com cerca de 3 meses de antecedência. Terrestre com tranfer padrão, hotel 3 estrelas, e carro econômico. Valores sujeitos a alterações e a disponibilidade de lugares. A ordem das ilhas e a categoria de serviços/ hotéis podem variar de acordo com a disponibilidade da data solicitada.

A tarefa de construir um aeroporto não é fácil: o local, independente de onde se encontra, precisa de um espaço amplo, muito chão para pousos e decolagens e uma ótima visibilidade. Mas muitas vezes certas localidades não permitem tais condições. É aí que os engenheiros precisam desenvolver métodos para que o aeroporto ofereça o máximo de segurança para os pilotos e os passageiros. Eis alguns exemplos no mundo:

Kansai (Osaka, Japão) 

kansai aeroportoTipo: Internacional | Número de pistas: 2 | Deslocamento de aeronaves: 107,791 | Deslocamento de passageiros: 17,054,237

Terra firme é um recurso escasso no Japão. Para resolver esse problema, foi construída a quase 5 km da costa da baía de Osaka uma estrutura colossal. A construção foi iniciada em 1987, e por volta de 1994 grandes aviões já estavam presentes. Os passageiros podem chegar ao aeroporto até a ilha principal (Honshu) de carro, trilhos ou até mesmo balsa de alta velocidade. Terremotos, ciclones e o mar agitado foram algumas das dificuldades encontradas durante sua construção. No final, a “ilha artificial” é tão grande que é possível vê-la do espaço.

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Na áerea em destaque, o aeroporto visto de um satélite

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Skygate, a ponte de ligação entre a terra firme e a ilha. A parte de cima é reservada aos carros, enquanto a parte de baixo é destinada aos trens

O aeroporto tinha que cumprir duas exigências bem específicas: por um lado técnico, tinha que seguir as regulamentações técnicas sobre prevenção de tsunamis e terremotos. Por um lado operacional, tinha que ser capaz de receber mais de 100.000 passageiros por dia. O fato de toda a estrutura ser localizado no mar possibilita que o aeroporto funcione 24 horas por dia. Além disso se tornou uma importante rota para o Japão e sudeste da Ásia. A ilha é conectada à costa por uma ponte de dois níveis com comprimento de 3,75 km. O nível de cima contém uma estrada, enquanto o nível inferior possui duas linhas de trilhos.

A estrutura

A plataforma representa um grande feito da engenharia civil. Ela permanece em cima de mais de um milhão de colunas de suporte. Essas colunas estão mergulhadas 20 metros abaixo do mar e mais 20 metros em uma camada de lama. Abaixo disso também estão inseridas 40 metros de rocha. O fato da camada de lama continuar se deslocando de uma forma irregular também foi estudado: para solucionar esse problema, uma série de sensores especiais foi usada para detectar quando a camada se desloca para um ponto que excede a tolerância (10 mm). Cada coluna é equipada com um sistema de calibragem, que aplica o uso de um poderoso macaco hidráulico: sempre que a posição da coluna é corrigida, o sistema a ajusta e trava em sua nova posição.

Dentro do aeroporto

Fonte:

Popular Mechanics

Fondazione Renzo Piano

 

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